Momento Balenciaga!

20 set

Balenciaga morreu em 1972 e, como em tantos casos similares, a marca que deixou entrou em decadência acelerada. Menos conhecida do que grifes como Dior ou Chanel, foi resgatada da irrelevância com a contratação, em 1996, de um jovem de apenas 25 anos, Nicolas Ghesquièremontá-lo e costurá-lo à mão.”

Considerado um dos maiores talentos, talvez até o mais brilhante, da moda atual, ele reconduziu a grife Balenciaga à vitrine das marcas modernas, copiadas e cobiçadas Numa entrevista recente, Ghesquière rememorou o “caminho tão abstrato” que ele e outras estrelas do modernismo, como Helmut Lang, Jil Sander, Yohji Yamamoto e os demais japoneses, trilharam nos anos 90. “Agora vejo que era um conceito totalmente Balenciaga”, acrescentou.

Balenciaga deu à mulher uma forma mais ousada, mais conceitual”, analisa a estilista Clô Orozco, da Huis Clos, fã do trabalho do costureiro que inventou, entre outras modernidades, o vestido-saco, a saia balonê e o casaco com manga de quimono e que sempre fazia ele mesmo, do começo ao fim, um vestido preto entre os cerca de 200 modelos de cada uma de suas coleções. “Ele inventou o minimalismo na moda, com a idéia de movimento na depuração das formas”, avalia Ghesquière, que terá vinte modelos na exposição que ajudou a montar e na qual Balenciaga brilha no lugar que merece.

Por Juliana Kazama
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